Luz para os gentios

Leitura devocional para a Epifania.

Christianity Today January 6, 2022

Epifania:

Neste dia, celebramos a visita dos Magos e sua adoração a Jesus. Refletimos sobre a revelação da identidade e propósito de Jesus para os povos do mundo.

Clique Aqui e faça o download do nosso devocional diário “O Evangelho do Advento”.

Leia Mateus 2.1-12

Para quem é a boa nova? Essas promoções e ofertas que recebemos pelo correio às vezes são chamadas de promoção especial para “amigos e família”. Algumas coisas são boas demais para a pessoa guardar para si mesma, mas também radicais demais para serem contadas para todos. Essa abordagem de marketing destaca como estamos condicionados a pensar que, se algo é exclusivo — se de alguma forma temos o status de um insider — aquilo é valioso. E também mostra que, pelo contrário, se algo é universal, não é valioso.

É isso que faz do nascimento de Jesus algo tão chocantemente revolucionário. É a melhor notícia que o mundo poderia receber: Deus veio para salvar seu povo! Mas essa salvação não era apenas para as pessoas com quem Deus havia feito uma aliança. Era para todos — todas as pessoas, de todos os lugares, em todos os tempos.

Temos um primeiro vislumbre disso em Mateus 2 e o contraste traçado entre o rei Herodes e o rei Jesus, o verdadeiro Messias. Herodes vergonhosamente ascendeu ao poder por meio de oportunismo político e brutalidade. Quando se espalhou o boato de que um novo rei dos judeus havia nascido em Belém, Herodes fez tudo que estava a seu alcance — incluindo matar bebês inocentes (v. 13-18) — para proteger o poder que maquinara para obter.

Para ser notificado de novas traduções em Português, assine nossa newsletter e siga-nos no Facebook, Twitter, Telegram ou Instagram.

Mas, enquanto a história de Herodes trata de uma ascensão ao poder, a de Jesus trata de uma descida do poder. Lá, na manjedoura, estava aquele que “não considerou que o ser igual a Deus era algo a que devia apegar-se”, que “esvaziou-se a si mesmo” por nós (Fp 2.6,7). Enquanto Herodes mentia e matava para manter as pessoas afastadas, Jesus em sua infância e juventude já estava trazendo as pessoas para perto.

E não apenas algumas pessoas, ou mesmo apenas o povo da aliança de Deus. Mateus nos fala sobre os magos — astrólogos, filósofos ou homens sábios — que vieram de longe, trazendo presentes para esta criança. A adoração que esses visitantes não judeus ofereceram ao Messias de Israel, prostrando-se diante dele, sinaliza o extenso escopo da promessa de Deus. O menino Jesus seria “uma luz para os gentios” para que “você leve a minha salvação até aos confins da terra” (Is 42.6; 49.6). Nesta cena da infância de Jesus, vemos o alcance global do evangelho: “As nações virão à sua luz e os reis ao fulgor do seu alvorecer” (Is 60.3).

Apesar dos esforços de Herodes para se agarrar ao poder terreno, há apenas um Rei para cujo nome todos os joelhos se dobrarão (Fp 2.10). Apenas um Rei cujo reino é boa notícia não só para alguns, mas para todos. O Senhor reina — que a terra se regozije! Venham adorar o Rei Jesus!

Glenn Packiam é pastor sênior associado da New Life Church, em Colorado Springs. Entre as obras de sua autoria estão Worship and the World to Come e The Resilient Pastor (fevereiro de 2022).

Reflita sobre Mateus 2.1-12

.

(Opção: leia também Isaías 49.1-6; 60.1-6; Filipenses 2.6,7.)


Por que essa cena inicial que mostra gentios adorando a Jesus é tão significativa? O que essa cena transmite sobre a boa nova? Como você deseja responder a Deus?

Our Latest

News

Pastor, cirurgião e Nobel da Paz: A cruzada de Denis Mukwege contra a violência sexual no Congo

Mindy Belz

O Dr. Denis Mukwege é um defensor incansável das mulheres e crianças que sofrem com a guerra no país africano.

Os “povos não alcançados” podem estar mais perto do que pensamos

Samuel Law

Missiólogo argumenta que o termo “grupos de povos não alcançados” hoje gera equívocos e pode alimentar uma visão romantizada de missões.

A devoção cristã é o fundamento da verdadeira caridade

Brett Vanderzee

Negligenciamos o pobre e o oprimido não porque amamos muito Jesus, mas porque o amamos pouco.

Pare de pressionar as pessoas a terem filhos

Jovens que se sentem ansiosos e em conflito sobre questões como filhos e casamento precisam de exemplos positivos, não de repreensão.

Public Theology Project

Jeffrey Epstein e o mito da guerra cultural

Há líderes de diferentes lados da política nos ensinando a odiar uns aos outros. A verdade, porém, é que eles jogam no mesmo time.

A Grande Omissão

Com agendas lotadas, grupos pequenos cujo foco é socializar e momentos de meditação personalizados ao gosto do freguês, nós estamos negligenciamos o rigor do estudo da Bíblia.

O cristianismo não é uma religião imposta por colonizadores.

Joshua Bocanegra

Seguir Jesus não exige que eu rejeite a cultura da minha família. Deus ama a minha latinidade.

Você idolatra aquilo que prioriza

Elise Brandon

Não desejamos mudar nossas rotinas e prioridades até entender por que precisamos mudar e qual idolatria está nos impedindo.

Apple PodcastsDown ArrowDown ArrowDown Arrowarrow_left_altLeft ArrowLeft ArrowRight ArrowRight ArrowRight Arrowarrow_up_altUp ArrowUp ArrowAvailable at Amazoncaret-downCloseCloseEmailEmailExpandExpandExternalExternalFacebookfacebook-squareGiftGiftGooglegoogleGoogle KeephamburgerInstagraminstagram-squareLinkLinklinkedin-squareListenListenListenChristianity TodayCT Creative Studio Logologo_orgMegaphoneMenuMenupausePinterestPlayPlayPocketPodcastprintRSSRSSSaveSaveSaveSearchSearchsearchSpotifyStitcherTelegramTable of ContentsTable of Contentstwitter-squareWhatsAppXYouTubeYouTube