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Na fronteira da Venezuela, cristãos trabalham para fornecer alimentos e medicamentos para o corpo e esperança para o espírito

Após a deposição de Maduro, organizações religiosas em Cúcuta, Colômbia, não sabem se os migrantes venezuelanos voltarão para casa ou se mais pessoas fugirão do país.

The Simón Bolívar International Bridge on the Colombia-Venezuela border.

The Simón Bolívar International Bridge on the Colombia-Venezuela border.

Christianity Today January 21, 2026
Image courtesy of Hernán Restrepo

Num domingo escaldante na cidade de Cúcuta, na Colômbia, o grupo de louvor da Igreja Casa Sobre la Roca [Casa Sobre a Rocha] se preparava no palco do santuário climatizado, enquanto os fiéis, muitos deles moradores de um bairro de classe alta, confraternizavam antes do primeiro culto.

Sem ser notado por ninguém, um homem de cabelos grisalhos, com rugas profundas no rosto e um saco de lixo na mão mancou até um assento na última fileira. Minutos depois, um homem mais jovem, com cavanhaque aparado e também com um saco de lixo plástico na mão, sentou-se ao lado dele. Os sapatos dos dois homens estavam gastos pelos dias da viagem que fizeram [a pé], de sua casa, em Valência, na Venezuela, até a cidade fronteiriça de Cúcuta, na Colômbia.

Jonathan Coche-Vásquez e seu tio Frank González deixaram a Venezuela em 2 de janeiro, e ouviram pela primeira vez, pelo rádio, um dia depois, quando já estavam na Colômbia, a notícia da captura do presidente Nicolás Maduro por militares americanos.

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Segundo eles, a notícia traz uma nova esperança para o seu país. Mas, com o passar dos dias, essa euforia inicial dissipou-se, uma vez que a liderança chavista da Venezuela continua no poder. Eles se animaram ao saber que funcionários do Departamento de Estado americano haviam chegado à embaixada em Caracas, para avaliar o restabelecimento das relações diplomáticas, bem como ao saber que a líder da oposição, María Corina Machado, se encontraria com o presidente Donald Trump, o que acabou acontecendo em 15 de janeiro.

“Sabemos que as coisas vão mudar. Esperamos que seja para melhor, mas ninguém sabe quanto tempo isso vai levar”, disse González. “Decidimos sair do país porque a situação de fome e pobreza que vivemos em nossa cidade, Valência, não podia esperar. Queremos chegar a Bogotá [capital da Colômbia] para encontrar trabalho na jardinagem ou na construção civil.”

Jonathan Coche-Vásquez e seu tio Frank González.

Na noite anterior, os dois haviam dormido no Parque Colón, um local popular entre migrantes venezuelanos e colombianos deslocados, devido às suas enormes árvores, cuja sombra oferece alívio do calor implacável. Mas, enquanto dormiam, ladrões roubaram suas mochilas e o pouco dinheiro que tinham. Tudo o que lhes restou foram algumas mudas de roupa que carregavam em sacos de lixo. No domingo, eles entraram na igreja Casa Sobre la Roca depois que um membro da igreja os convidou para o culto.

O pastor pregou sobre o significado da verdade, intercalando seu sermão com comentários políticos sobre as próximas eleições na Colômbia. Apesar de lutarem contra o cansaço, González e Coche-Vásquez ouviram atentamente, e derramaram lágrimas no momento final da reflexão sobre as palavras de Jesus em João 14.6: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida”.

Assim como González e Coche-Vásquez, dois em cada três venezuelanos que deixaram o país não retornariam sem garantias de segurança e sem o restabelecimento do Estado de Direito, pois temem a repressão estatal, a má qualidade dos serviços públicos e o aumento da insegurança. Cúcuta, a principal cidade ao longo da porosa fronteira de 2.200 quilômetros que separa a Colômbia da Venezuela, costuma ser a primeira parada para os migrantes venezuelanos que fogem da pobreza e da violência.

Em consequência disso, na última década, cristãos — muitos deles também migrantes venezuelanos — abriram as portas de abrigos, cozinhas comunitárias, clínicas médicas e igrejas para socorrer os recém-chegados. Mais de 215.000 venezuelanos hoje vivem em Cúcuta, juntamente com 37.000 na cidade vizinha de Villa del Rosario.

A incerteza persiste após o ataque militar dos EUA a Caracas. Os funcionários de várias organizações religiosas não sabem se verão um fluxo de venezuelanos vindo para a Colômbia ou um êxodo de migrantes voltando para casa. O que quer que aconteça, eles estão ansiosos para ajudar no que for possível.

Um deles, Ediober González (que, apesar do sobrenome, não tem nenhum parentesco com Frank), ajuda a distribuir alimentos para os migrantes por meio de organizações como a Samaritan’s Purse, desde 2018. Pastor batista e ele próprio um venezuelano, ele e sua família decidiram fugir do país em 2015, depois de verem a escola de seus filhos ensinar a história da Revolução Cubana com um viés propagandístico.

“Penso que [as pessoas] estão fugindo não apenas da pobreza, mas também da falta de liberdade em nosso país”, disse ele.

Ediober González

Maduro estava à frente do governo da Venezuela desde a morte de Hugo Chávez, em 2013; durante seu governo autoritário, 8 milhões de pessoas deixaram o país devido à hiperinflação, à repressão política, à violência de gangues e à escassez de alimentos e medicamentos.

Desde que chegou à Colômbia, Ediober González notou que Cúcuta recebeu duas grandes ondas de migrantes venezuelanos: a primeira delas foi após o colapso econômico do país, entre 2016 e 2018, e a segunda, durante a pandemia de COVID-19, em 2021, quando a inflação aumentou drasticamente.

Ele recorda que, durante as duas ondas migratórias anteriores, um mar de pessoas se aglomeravam diariamente para cruzar a Ponte Simón Bolívar, a principal passagem da fronteira entre a Colômbia e a Venezuela. Milhares de outras pessoas cruzavam a fronteira por rotas não oficiais, tirando proveito das águas rasas do Rio Táchira.

Hoje, a ponte está bem mais vazia. Uma semana após a deposição de Maduro, apenas uns poucos migrantes foram vistos caminhando em direção à Colômbia, carregando mochilas pesadas. Repórteres de emissoras de televisão do mundo todo se reuniram na fronteira para entrevistar migrantes e agentes de imigração. Enquanto isso, comerciantes carregando fardos de roupas, brinquedos e remédios cruzavam a ponte para vender seus produtos na Venezuela.

Quando vê migrantes descansando na calçada, depois de atravessarem a ponte, Ediober González se lembra de Filipenses 4.12: “Sei o que é passar necessidade e sei o que é ter fartura. Aprendi a passar por toda e qualquer situação, seja bem alimentado, seja com fome; tendo muito ou passando necessidade” — um versículo que o ajudou a superar momentos difíceis na Colômbia.

Apesar de ter estudado literatura em uma das principais universidades da Venezuela, Ediober González fez muitos bicos quando chegou na Colômbia: pintou casas, vendeu pão e fez bolos. Até quatro meses atrás, ele trabalhava para a ONG italiana Terres des Hommes [Terras dos Homens], entregando cestas básicas para famílias em risco de desnutrição. Mas com o fechamento da USAID, a organização teve que encerrar suas atividades na cidade.

Sem acesso a essa ajuda, mais migrantes estão pedindo dinheiro nas ruas para pagar passagens de ônibus para outras cidades da Colômbia, onde possam encontrar trabalho e comida. Embora Ediober González considerasse significativo seu trabalho na Terres des Hommes, ele também discordava de algumas posições do grupo laico. Ele observou que, nas oficinas sobre saúde sexual realizadas pela ONG, “éramos obrigados a dizer às mulheres que era melhor fazer um aborto, porque não valia a pena dar continuidade à gravidez em situações de extrema pobreza”.

Atualmente, Ediober González está procurando emprego enquanto complementa sua renda dando caronas em seu carro. Como diácono de uma congregação venezuelana situada em Cúcuta, ele também assume a responsabilidade de pregar. Sua esposa é professora na cidade.

Depois de atravessarem a Ponte Simón Bolívar, muitos migrantes seguem para a cidade de Villa del Rosario, nos arredores da zona sul de Cúcuta. Ali, o aluguel é mais barato e as encostas são pontilhadas por casas de tijolos sem pintura, com telhados de zinco.

Em 2021, a Convenção Batista Nacional da Venezuela, com o auxílio de recursos da Junta de Missões Internacionais, inaugurou na cidade um abrigo para migrantes chamado Casa de la Misión. O prédio de três andares conta com chuveiros, lavanderia, consultório médico e dois dormitórios com capacidade para seis homens e seis mulheres.

O médico do abrigo, Burno Mendive, é originário de Caracas. Frustrado com os constantes cortes de energia e a falta de medicamentos, que tornavam seu trabalho praticamente inviável, ele juntou seus pertences, amarrou-os na garupa de sua bicicleta e pedalou até a Colômbia.

Em 2020, Mendive colocou suas habilidades médicas em prática, para tratar os migrantes que chegam à Casa de la Misión sofrendo de exaustão pelo calor, desidratação e bolhas nos pés, além de problemas respiratórios e gastrointestinais.

“Os migrantes venezuelanos de quem cuido ficam felizes em saber que um compatriota os está ajudando; eles se sentem mais tranquilos”, disse Mendive. Atualmente, ele atende em média 50 pessoas por dia. Durante o auge das ondas migratórias anteriores, em 2021, o abrigo chegou a receber 600 visitantes por dia.

Mendive disse que se sente grato a Deus pela oportunidade de ajudar não apenas seus compatriotas venezuelanos, mas também os colombianos deslocados pela violência. Em 2025, 65 mil pessoas fugiram da região de Catatumbo, ao norte de Cúcuta, devido aos confrontos entre guerrilheiros do Exército de Libertação Nacional (ELN) e a 33ª Frente das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), segundo a Defensoria Pública.

Recentemente, Mendive acompanhou missões humanitárias a cidades próximas, como Tibú e El Tarra, prestando assistência médica, principalmente a crianças.

“Mais do que conselhos, os migrantes precisam conversar”, disse o pastor venezuelano Boanerges de Armas, diretor da Casa de la Misión e pastor da Global Missionary Baptist Church [Igreja Batista Missionária Global], que realiza seus cultos no abrigo. “Aqui, damos a eles comida, roupas e remédios. Mas também os ouvimos e oramos por eles, antes que continuem sua jornada.”

De Armas conhece as pressões que eles enfrentam e as preocupações que têm com a família que ficou no seu país de origem. Ele é cauteloso quando fala sobre os acontecimentos atuais com sua filha, que ainda mora em Anzoátegui, na Venezuela. Ela lhe contou que o governo envia “combatentes sociais” para inspecionar os celulares dos cidadãos. Se encontrarem alguma foto, meme ou conversa de WhatsApp contra o regime, eles podem deter os infratores, acusando-os de tentar minar a paz da Venezuela.

Boanerges de Armas

Ele disse que o abrigo também serve como centro de treinamento missionário, utilizando um currículo de três anos, criado pela Convenção Batista da Venezuela. Até o momento, centenas de jovens venezuelanos passaram pelo programa para aprender não apenas teoria, mas também habilidades práticas para ser missionário e para ajudar a comunidade em que estão inseridos. Por meio do programa, 70 alunos plantaram suas próprias igrejas.

William Lacle se formou nesse mesmo programa, no tempo em que morava na Venezuela, antes de se mudar para a Colômbia, em 2020, para se tornar missionário. Durante a pandemia, ele e sua esposa iam até a Ponte Simón Bolívar e distribuíam comida para outros migrantes venezuelanos, tendo chegado a distribuir 1.000 tigelas de sopa por dia, como ele mesmo recorda.

“Deus colocou no meu coração e no coração da minha esposa um grande amor pelos migrantes”, disse ele. “Depois, Deus colocou em nossos corações o desejo de plantar uma igreja e abrir uma cozinha para pessoas carentes. Quando estávamos procurando um lugar para fazer isso e visitamos esta colina [em Villa del Rosario] pela primeira vez, comecei a chorar, inexplicavelmente, e soube que o lugar era ali.”

William Lacle

Hoje, Lacle é pastor da Igreja Batista Missionária Mi Alto Refugio, uma pequena igreja de tijolinhos à vista que fica a apenas três quilômetros do abrigo. Ele está construindo um segundo andar, para ampliar a capacidade do refeitório comunitário, que atualmente serve hallacas (tamales venezuelanos) no café da manhã e arroz com linguiça no almoço para centenas de crianças, graças a doações de duas organizações cristãs sem fins lucrativos, a Blooms and Root [Florescer e Enraizar] e a Semilla de Trigo Association [Associação Semente de Trigo].

No domingo, 20 pessoas lotaram os bancos de sua igreja, formando uma mescla de migrantes venezuelanos e de colombianos deslocados pelos confrontos da guerrilha. Lacle subiu ao púlpito para pregar sobre Romanos 8.6: “A aspiração da carne conduz à morte, mas a do Espírito conduz à vida e à paz”. Pouco mais de uma semana após a captura de Maduro, ele disse que “a única maneira de ter paz neste mundo em constante mudança é crendo na Palavra daquele que nunca muda”.

De Armas e Lacle acreditam que a mudança só ocorrerá na Venezuela se todos os que integram a estrutura de poder chavista — e não apenas Maduro — forem presos. Isso inclui a vice-presidente Delcy Rodríguez, que agora é a líder interina da Venezuela; seu irmão, Jorge Rodríguez, presidente da Assembleia Nacional da Venezuela; o ministro do Interior, Diosdado Cabello; e o ministro da Defesa, Vladimir Padrino.

“Maduro era um fantoche deles”, disse Lacle. “Enquanto eles não deixarem o poder, a Venezuela não mudará por completo. Uma árvore pode até dar sombra, mas o que lhe dá estabilidade são as suas raízes. Se você não cortar as raízes, a árvore continuará de pé. É isso que está acontecendo na Venezuela.”

Até que isso aconteça, os migrantes venezuelanos que estão na Colômbia não poderão voltar para casa, disse ele. Lacle reconhece a estratégia do chavismo — o movimento político socialista que levou Hugo Chávez ao poder — diante desse novo vácuo de poder.

“Os socialistas são especialistas em esticar o processo”, disse Lacle. “Assim como os grupos guerrilheiros na Colômbia, eles sempre dizem: ‘Vamos dialogar’; com isso, ganham tempo, refazem suas forças, esperam a situação se acalmar e, assim, permanecem no poder fazendo o que bem entendem.”

As igrejas locais colombianas na região da fronteira também prestam assistência aos migrantes e aos deslocados. Por exemplo, a Igreja Casa Sobre la Roca mantém um lar para meninas órfãs em Cúcuta, onde lhes fornece alimentação, roupas e educação até a conclusão do ensino superior. Atualmente, abriga 34 meninas. A igreja também administra abrigos semelhantes em oito cidades do país.

No culto de domingo da igreja, era fácil identificar Jesús Alberto Monsalve Cardozo, sentado na primeira fila com os outros líderes da igreja, na congregação de 450 pessoas. Ele tem mais de 1,80 metro de altura e cabelos brancos.

Líder do ministério de casais e oração, Cardozo, que já foi coronel da Força Armada Nacional Bolivariana da Venezuela, onde era tão conhecido por sua fé entre os militares que muitos o chamavam de “Pastor”.

Ele decidiu deixar o exército em 2021, meses antes de ser promovido ao posto de general. Cardozo disse que sentiu o chamado de Deus para o ministério em tempo integral e isso o convenceu a renunciar a seu ofício, pois aceitar o novo cargo o obrigaria a participar de alianças com narcotraficantes, algo que é de conhecimento público na Venezuela.

Depois de abrir mão de seu cargo, ele partiu para a Colômbia. Desde então, exerceu diversas profissões: já foi bibliotecário, vendedor de medicamentos para animais de estimação e diretor de operações de uma empresa de segurança. Apesar das dificuldades de adaptação à nova vida na Colômbia, nada se compara à tristeza que sente ao tomar conhecimento da situação cada vez mais precária em sua terra natal.

Em suas conversas diárias com a mãe, que ainda vive na Venezuela, ele ouve sobre as dificuldades que ela e outros idosos venezuelanos enfrentam para obter o atendimento médico de que precisam.

Jesús Mansalve Cardoso

Quando soube da deposição de Maduro, a primeira coisa em ele pensou foi na sua família em Caracas. Mas também sentiu alívio, por acreditar que a justiça de Deus finalmente havia chegado. Ele observou que uma ruptura violenta muitas vezes é necessária para mudar o status quo em ditaduras de longa duração.

“Nada mudará até que se introduza algum elemento disruptivo. Na Venezuela, essa ruptura começou com a captura de Maduro”, disse Cardozo. “Da minha perspectiva, o que Trump realmente está buscando é introduzir um primeiro elemento disruptivo, para que possa haver uma transição sem que o país mergulhe na anarquia total.”

Cardozo disse que ele e sua esposa estariam dispostos a voltar para a Venezuela se as coisas mudarem; no entanto, atualmente é muito perigoso para eles. “Mas estou muito animado com a ideia de voltar, não apenas para continuar meu ministério como pregador nas Forças Armadas, mas também para contribuir com meu conhecimento para a reconstrução da Venezuela”, disse ele.

Ao final do culto na Igreja Casa Sobre la Roca, o pastor convidou quem estivesse visitando a igreja pela primeira vez a receber Jesus em seu coração. Frank González, o migrante venezuelano, deu um passo à frente com lágrimas nos olhos. Jonathan Coche-Vásquez permaneceu sentado. Seus pés doíam muito para que ele se levantasse. Mas ambos disseram ter feito a oração da fé.

Eles voltariam para a Venezuela se as coisas derem certo? “Claro”, respondeu González, enquanto ele e Coche-Vásquez pegavam seus sacos de lixo e retomavam a viagem rumo a Bogotá. “É lá que fica nossa casa. É lá que está a nossa família”.

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